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domingo, 13 de novembro de 2011

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Animais a solta

Notícia divulgada pelo site Yahoo!


Dono de zoológico particular em Ohio solta animais e depois se mata; polícia ainda busca leão e tigre

ZANESVILLE, Ohio - Os moradores de uma área rural do estado americano de Ohio precisaram se refugiar em suas casas nesta quarta-feira, enquanto policiais procuravam por animais selvagens, libertados por um morador da vizinhança. O homem era dono de um zoológico particular, chamado Muskingum County Animal Farm, e abriu as jaulas antes de se matar.




Depois de uma busca intensa, pelo menos 30 dos 48 animais soltos foram mortos a tiros, entre eles leões. Nesta manhã, guardas ainda buscavam um urso, uma puma e um macaco. As escolas precisaram ser fechadas, e os moradores foram instruídos a deixar os filhos e os animais de estimação em casa.

- É como se a arca de Noé estivesse encalhado aqui em Zanesville - disse Jack Hanna, ex-diretor do Zoológico de Columbus.

Apesar de críticas da população, a ordem dada a polícia rural era de matar os animais, porque autoridades temiam que bichos atingidos por dardos tranquilizantes fugissem para mata, explicou o xerife Matt Lutz. O dono dos animais selvagens, Terry Thompson, deixou as jaulas abertas antes de se matar, deixando leões, tigres, ursos, guepardos e lobos livres. Ainda não se sabe como Thompson se suicidou, mas foi encontrado um bilhete de despedida.

- Você não pode tranquilizar animais deste porte, como urso, leopardos e tigres - disse Hanna, alegando ser extremamente perigoso usar dardos tranquilizantes contra animais selvagens durante a noite.


Essa é para quem acha que polícia despreparada é coisa de país pouco desenvolvido. É lógico que dá para sedar esses animais. O problema maior seria o que fazer depois disso. Seria necessário encontrar abrigos temporários para esses animais; gastar uma boa grana com veterinários, remédios, curativos, entre outros; e por fim, conseguir abrigos definitivos para todos esses animais (o que eu acho que seria o mais difícil). Aí, é só achar alguém fidedigno para justificar a matança e tá tudo certo. 

Se fosse aqui no Brasil, isso ia repercutir muito mais. Mas, lá nos Estados Unidos, com o país todo já se preocupando com as eleições nacionais e com a possível recessão da economia, podem exterminar uma centena de espécies que a opinião pública não muda muito.




domingo, 11 de setembro de 2011

Animais ameaçados de extinção

Recebi por e-mail algumas fotos tiradas em estúdio pelo fotógrafo Joel Sartore, da National Geografic Society de animais ameaçados de extinção. 


Logo abaixo o texto e as fotos:

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As imagens feitas pelo fotógrafo americano Joel Sartore, integrante da National Geographic Society há 20 anos, fazem parte do livro “Rare - America's Endangered Species". O fotógrafo apresenta 68 espécies em seu livro, que vão desde lobos a wolverines, planta carnívora e o coelho pigmeu da bacia de Columbia, carinhosamente chamada de Bryn. Ela era uma das duas últimas fêmeas de sua espécie que foi fotografada e alguns meses após morreu, e depois Raphaela, que era a última da raça, marcando assim sua definitiva extinção.

Só a capa deste livro já é um espetáculo, este lobo com um jeito acuado é de cortar o coração. As fotos foram feitas com fundo preto ou branco, isso destaca mais os detalhes de cada espécie e torna as imagens impressionantes. Consegue imaginar o trabalho para fazer essas fotos? Confira no fim desta postagem um vídeo com o making of de como foram feitos os cliques. Atualmente existem cerca de 1.500 espécies conhecidas em todo o mundo que estão em perigo de extinção, Joel planeja viajar pelo mundo para registrá-las. 

Acredito que é um livro bem triste, pois pode se tornar um mórbido catálogo de espécies extintas. Por outro lado vejo este livro como uma esperança, uma forma de estimular o comprometimento humano e o respeito com todas as outras espécies que dividem o mesmo espaço com a gente.





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Coelho Pigmeu da Bacia de Columbia - © Joel Sartore / National Geographic


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Condor da Califórnia - © Joel Sartore / National Geographic


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Furão de patas negras - © Joel Sartore / National Geographic


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Planta carnívora Sarracenia alabamensis - © Joel Sartore / National Geographic


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Delhi Sands flower-loving fly - © Joel Sartore / National Geographic


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Lêmure negro - © Joel Sartore / National Geographic


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Víbora de pestana - © Joel Sartore / National Geographic


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Raposa da Ilha de Santa Catalina, Califórnia - © Joel Sartore / National Geographic


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Tartaruga do pântano - © Joel Sartore / National Geographic


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Salamandra-tigre, Califórnia - © Joel Sartore / National Geographic


sábado, 25 de junho de 2011

Aquecimento global x Ornitorrincos

Notícia retirada do site Yahoo.


O aquecimento climático poderá diminuir em um terço as zonas habitadas pelo ornitorrinco na Austrália, que poderá desaparecer, alertaram nesta sexta-feira os investigadores. Este mamífero semiaquático e de hábitos noturnos, que coloca ovos, tem rabo de castor, focinho em forma de bico de pato, é um animal estranho originário da Austrália.

Graças a sua espessa pele, consegue viver nas frias profundezas dos rios, mas essa proteção pode ser hoje fatal para ele devido ao aquecimento global, adverte um estudo da Universidade deMonash.

Os pesquisadores utilizaram dados sobre o clima e o habitat do ornitorrinco durante cem anos para estabelecer a diminuição do número desses animais, relacionada com as secas ou as ondas de calor.

"Nosso resultado mais pessimista assinala a redução de um terço dos habitats deste animal", declarou à AFP a pesquisadora Jenny Davis, cujos trabalhos foram publicados na revista Global Change Biology. A pior hipótese dos cientistas assinala um desaparecimento do ornitorrinco na grande ilha da Austrália. Neste caso, esta espécie só continuará vivendo nas ilhas da Tasmânia, Kangaroo e King.


O aquecimento global prejudica o mundo inteiro. Mesmo quando um ex vice-presidente dos Estados Unidos faz um documentário sobre o assunto, isso simplesmente é ignorado. As extinções já começam a se mostrar presentes. Os ursos polares sofrem em um ponto do globo, os ornitorrincos em outro, e mais um monte de animais estão literalmente sumindo.

Será que algumas etnias humanas terão que sumir em virtude da falta de ambientes apropriados, para que o aquecimento global seja visto como algo a ser corrigido, ou pelo menos amenizado?

Na minha opinião, nem isso modificará o modo como o aquecimento global é visto no mundo.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Compilação de animais estranhos


Um dos muitos vídeos do youtube com animais estranhos. Tava indo tudo muito bem até o dono do vídeo começar com bobagens, fechando com uma compilação de montagens.
Mesmo assim o vídeo é legal, e com uma trilha sonora bacana (uma das únicas músicas dos Titãs que eu gosto). Vale a pena assistir.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Bicho Esquisito: Tardígrados

Resolvi divulgar semanalmente (ou quase isso) algum animal pouco conhecido da sociedade em geral, mas que possuem alguma característica especial. Sendo assim, escolhi começar com os tardígrados.


Os tardígrados, conhecidos popularmente como ursos d'água, são animais microscópicos, mas nem por isso deixam de ser espetaculares. O nome tardígrado, que em Latim significa "que se desloca lentamente", foi escolhido por Lazzaro Spallanzani, um grande cientista do século XVIII que, entre muitas outra coisas, foi taxonomista. O nome urso d'água vem do seu jeito de andar, rebolando de uma forma parecida com a dos ursos (mesmo tendo oito patas).

É claro que esses bichinhos não são espetaculares porque andam rebolando ou porque tem oito patas. Eles são capazes de proezas muito maiores.

Assim como os ursos, os tardígrados também conseguem hibernar. Contudo, a hibernação deles é tão intensa que recebe outro nome: criptobiose. Para entrar nesse estado, eles eliminam quase toda a água presente em seu corpo e podem suportar situações mais do que extremas. Só para dar alguns exemplos: eles podem ser congelados até -273°C (praticamente o zero absoluto) por mais de um século; podem ser aquecidos a 150°C; podem ser expostos a uma pressão de 75 mil atm (milhares de vezes mais do que nós suportaríamos); e podem viver no vácuo por dez dias. Após todos esses testes, basta colocá-los em uma gotinha de água e eles voltam ao normal, andando calmamente. 

Felizmente, a maioria deles são fitófagos, ou seja, se alimentam de vegetais. Existem alguns que são predadores, comendo pequenos vermes, mas nenhum nos causa doenças.

Infelizmente, eu nunca vi um deles ao vivo (com microscópio, é claro). Já ouvi dizer que eles estão presentes em quase todo lugar que seja razoavelmente úmido, mas ainda não tive a sorte de encontrar um.

Se eles fossem grandes, do tamanho de um humano, eu gostaria de ver uma luta entre um tardígrado e o androide de mercúrio do filme Exterminador do Futuro 2 (rsrs).



sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tigres brancos no Zoo de Brasília

Notícia publicada pelo jornal Destak.


As visitas aos dois novos moradores do Zoológico de Brasília foram liberadas ontem. Um casal de tigres brancos chegou da França no dia 4 deste mês para ser a mais nova estrela da lista de atrações do local. 

Ontem, alunos de algumas escolas já conferiram os animais de perto, mas a expectativa do Zoológico é de que o movimento de visitas se intensifique realmente no fim de semana. 

O macho Dhandy e a fêmea Maia são irmãos e vão completar dois anos de vida no dia 3 de junho. Eles vieram de avião da Europa até São Paulo. O resto da viagem até Brasília foi feita de caminhão. 

A abertura das visitas ao público só foi liberada após um período de adaptação e de cuidados dos tratadores. Os animais se machucaram durante a viagem de caminhão. Por essa razão, precisaram de tratamento reforçado. O Ministério da Agricultura também determinou ao zoológico que realizasse exames de sangue para checar o estado de saúde dos animais. 

Membros da equipe de condicionamento do zoológico realizaram diversos exercícios com os bichos para que eles consigam se adaptar ao barulho dos visitantes e não se escondam o tempo todo entre as folhas das árvores e arbustos do local em que estão morando. 

Antes de Brasília, apenas o zoológico de São Paulo havia recebido animais como os tigres brancos, também conhecidos como tigres de bengala ou siberianos. Por serem tão exóticos, os animais serão tombados como patrimônio do zoológico.

No fim do ano passado, o Zoológico de Brasília recebeu investimentos de R$ 2 milhões, a maior aplicação de verba no local nos últimos 20 anos. Mas a maior parte do dinheiro não foi aplicada na aquisição de animais, e sim em reformas na Galeria África, espaço que hoje abriga 30 animais e que, desde a inauguração, em 1998, só havia recebido pequenos reparos. 

Os recursos também custearam a construção de corredores de segurança para pequenos felinos, como jaguatiricas e gatos-do-mato, e micos. Um casal de antas que vivia em local perto à EPGU também ganhou casa nova. 

Muito legal a iniciativa do Zoo de Brasília de investir o dinheiro gasto na manutenção da estrutura física. O Zoo de Brasília possui uma grande variedade de animais e está muito bem organizado, sobretudo nos últimos anos. Conheço muitas pessoas que são contra os zoológicos, que pregam que o lugar de animal é solto na natureza. O problema é que a cada dia tem menos natureza para manter esses bichos. Aos meus olhos, é melhor mantermos espécimes como tigres brancos em cativeiro do que vê-los sumir do mapa pela falta de habitat ou pela caça predatória.

domingo, 6 de março de 2011

Passeio com animal de estimação

Todo bichinho de estimação gosta de passear (tirando os peixes por motivos óbvios). O problema é que nem todo mundo gosta de passear com seu animalzinho. Muitas vezes o problema é que, dependendo do bicho, não dá pra passear com ele. Isso é comum para aquelas pessoas que tem serpentes como seus "pets".

Tentando resolver esse problema reptiliano, o inventor Donald Robert Martin Boys criou um colar que funciona como "coleira" para as cobras (mesmo elas não tendo um "colo" de verdade). Parece gozação, mas o equipamento existe de verdade, tanto que já foi patenteado. Logo abaixo estão disponibilizados:

Uma imagem esquemática do colar (disponível no site humor na ciência)



O link para o texto da patente registrada