Leitura recomendada
- O maior espetáculo da Terra - As evidências da evolução;
- O relojoeiro cego;
- deus não é grande;
- A escalada do monte improvável;
- O gene egoista;
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sábado, 16 de abril de 2016
A experiência de Furukawa
Apresentação de slides sobre o experimento de Yoshiriro Furukawa sobre a influência da queda de meteoritos na formação de moléculas orgânicas na Terra primitiva.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Evolução da Lua em vídeo
Notícia divulgada pelo site Yahoo!
Uma simulação feita por cientistas da Nasa mostra como a lua, em 4,5 bilhões de anos de história, se transformou no satélite que vemos atualmente e como cada cratera foi criada por colisões de asteroides e outras forças naturais. O vídeo, que tem a duração três minutos, mostra como cada marca na superfície.
Para a produção do vídeo, foram utilizadas imagens captadas pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO), que acompanha o satélite natural da Terra. Assista ao vídeo:
Muito legal esse vídeo, mostrando o resfriamento da Lua e a origem das marcas que conseguimos ver na superfície dela. Na minha opinião, ficaria mais legal se fosse também mostrada a origem da Lua. A ideia mais aceita para isso atualmente é que ela surgiu a partir dos destroços surgidos após a colisão da Terra com um planeta denominado Theia. Esse planeta foi totalmente destruído, assim com parte da Terra.
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Biologia Marinha de A a Z
Ao dar uma olhada nas notícias divulgadas pelo portal Terra, encontrei na seção Ciências um infográfico especial sobre Biologia Marinha bem legal. Ele traz vários conceitos importantes explicados de forma curta, direta e de fácil compreensão.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Odômetro da Terra
Recebi esse link por e-mail e achei bem interessante.
http://www.worldometers.info/ pt/
Não sei se as informações são verídicas (acredito que sejam, no máximo, aproximadas), mas mesmo assim é bem legal.
http://www.worldometers.info/
sábado, 1 de outubro de 2011
Halo no céu de Brasília
Notícia retirada do site Yahoo!

O fenômeno óptico halo no céu da capital federal chamou atenção da população nesta sexta-feira. Um anel colorido se formou ao redor do sol. Segundo o professor de física da Universidade de Brasília (UnB) José Leonardo Ferreira, o fenômeno não é inusitado, depende das condições atmosféricas favoráveis.- O posicionamento do sol, juntamente com a atmosfera funcionando como uma lente e as gotículas de água na troposfera (camada inferior da atmosfera) são os principais fatores - explica o professor.O fenômeno tem duração variável. Ele se forma quando os raios do sol são refletidos pelos cristais de gelo que estão suspensos no ar. Dependendo do tipo de nuvem, é possível ver um arco-íris redondo em volta do sol.
O fenômeno óptico halo no céu da capital federal chamou atenção da população nesta sexta-feira. Um anel colorido se formou ao redor do sol. Segundo o professor de física da Universidade de Brasília (UnB) José Leonardo Ferreira, o fenômeno não é inusitado, depende das condições atmosféricas favoráveis.- O posicionamento do sol, juntamente com a atmosfera funcionando como uma lente e as gotículas de água na troposfera (camada inferior da atmosfera) são os principais fatores - explica o professor.O fenômeno tem duração variável. Ele se forma quando os raios do sol são refletidos pelos cristais de gelo que estão suspensos no ar. Dependendo do tipo de nuvem, é possível ver um arco-íris redondo em volta do sol.
O halo pode ocorrer tanto ao redor do sol (halo solar) como da lua cheia (halo lunar), de acordo c om a meteorologista do Climpatempo, Josélia Pegorim. Em algumas situações especiais ocorrem o duplo halo. Neste caso o observador veria dois arcos-íris concêntricos. Um ficaria mais próximo do sol (ou da lua), com cores mais fortes. O segundo apareceria mais distante e com as cores mais suavizadas.
- Em qualquer um dos casos, a formação do halo indica que o céu está coberto de nuvens finas e altas, que aparecem em 5, 6 mil metros de altura e são formadas basicamente por diminutos cristais de gelo. São estes cristais que interagem com a luz que vem sol (ou da lua) e geram o círculos concêntricos coloridos, nas mesmas cores do arco-íris.
terça-feira, 1 de março de 2011
Meteoritos podem ter trazido a matéria prima da vida para a Terra
Texto retirado na íntegra do portal Terra
Um meteorito encontrado na Antártida fortalece o argumento de que a vida na Terra pode ter sido trazida do espaço, dizem cientistas. Análises químicas do meteorito mostraram que o material é rico em hidrocarbonetos e amônia, um componente químico formado por nitrogênio e hidrogênio, encontrado em proteínas e no DNA que forma a base da vida tal e qual conhecemos.
Os pesquisadores acreditam que esses elementos podem ter sido trazidos para a Terra através de meteoritos que caíram sobre a Terra no passado, povoando o planeta com os ingredientes que faltavam para a criação da vida. As conclusões se baseiam em uma análise de pouco menos de 4 gramas de pó extraído do meteorito Grave Nunataks 95229, batizado em referência ao local onde foi descoberto na Antártida em 1995.
Detalhes do estudo conduzido por uma equipe das universidades do Estado do Arizona e da Califórnia, em Santa Cruz, foram publicados na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
"O estudo mostra que há asteróides no espaço que, ao se fragmentar em meteoritos, podem ter caído sobre a Terra com uma mistura de componentes com propriedades atrativas, incluindo uma grande quantidade de amônia", disse a coordenadora da pesquisa, Sandra Pizzarello, da Universidade do Arizona. Segundo ela, meteoritos podem ter fornecido à Terra uma quantidade suficiente de nitrogênio para fazer emergir a vida em seu estado primitivo.
Criação da vida
Estudos realizados com o meteorito Murchison, que atingiu a Austrália em 1969, mostraram que aquela rocha também é rica em componentes orgânicos. Mas Pizzarello diz que o meteorito Murchison é "complexo demais" e contém moléculas de hidrocarbonetos mais propensas a serem encontradas em um período mais tardio da história da vida.
A teoria de que as "sementes" da vida na Terra foram trazidas por cometas ou asteróides resulta, em parte, da tese de que nosso planeta, em seu período formativo, não contivesse o estoque necessário de moléculas simples para ativar os processos que deram início à vida primitiva. Tais processos poderiam ter ocorrido no chamado "cinturão de asteróides" entre Marte e Júpiter, longe do calor e da pressão de planetas em formação.
Colisões entre os asteróides dentro deste cinturão teriam produzido os meteoros que viajaram pelo sistema solar e, ocasionalmente, terminaram carregando seu material para a Terra.
Elementos
A especialista em meteoros Caroline Smith, do Museu de História Natural de Londres, concorda que um importante elemento no novo estudo é a detecção de nitrogênio. Mas ela questiona se a quantidade encontrada no meteorito da Antártida se repete em outras ocasiões. "Um dos problemas em relação à biologia primitiva na Terra tem a ver com a necessidade de nitrogênio em abundância para deslanchar todos esses processos pré-biológicos", ela explica.
"O nitrogênio está presente na amônia. Mas há uma série de evidências que apontam que a amônia não existia em abundância no início da Terra. Então de onde veio?" O fator específico que levou ao nascimento da vida na Terra permanece um mistério. Uma das hipóteses aventadas pela professora Pizzarello é que materiais provenientes de meteoritos tenham interagido com ambientes como vulcões e piscinas formadas pelas marés oceânicas.
Mas ela ressalvou que todas as hipóteses ainda estão no campo da especulação. "Encontramos esses materiais extraterrestres em meteoritos que contêm o que precisamos (para chegar a uma explicação) mas, quando chegamos em questões como 'como e 'por que', ninguém sabe", afirma. "O único que podemos dizer é que sim, parece que ambientes extraterrestres podem ter trazido o material.
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